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Crítica: Crossover Crise nas Infinitas Terras

Mundos viveram, mundos caíram, e o universo nunca mais será o mesmo. Vistam seus ternos, senhoras e senhores, pois chegamos ao maior evento do Arrowverse: Crise nas Infinitas Terras. Preparem-se, pois temos muito a conversar. Uma coisa que deve ser...

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Mundos viveram, mundos caíram, e o universo nunca mais será o mesmo.

Vistam seus ternos, senhoras e senhores, pois chegamos ao maior evento do Arrowverse: Crise nas Infinitas Terras. Preparem-se, pois temos muito a conversar.

Uma coisa que deve ser admirada na CW é, sem dúvidas, a coragem de adaptar o maior arco do Arrowverse com um orçamento tão limitado. Agora, vamos falar sobre o resultado.

Tenho que admitir: é muito nostálgico ver diferentes mundos e várias pessoas retornando aos seus personagens. É um fan service que, confesso, me entreteve bastante.

O início da Crise é muito bom, com essa dose de nostalgia e com os personagens favoritos reunidos em algo tão grandioso.

O crossover é cheio de bons momentos como as cenas do Oliver Queen(Stephen Amell) e Mia Queen(Katherine McNamara), a dinâmica da trindade(Stephen Amell, Melissa Benoist e Grant Gustin), até em uma cena engraçada quando tudo está indo por água a baixo entre Supergirl e Lex Luthor(Jon Cryer).

Os episódios conseguem até te emocionar como a cena de despedida entre o Flash(Grant Gustin), Vibro(Carlos Valdes) e Nevasca(Danielle Panabacker) e o sacrificio do Flash alternativo interpretado por John Wesley Shipp. que para quem tem uma bagagem emocional da série dos anos 90, essa cena tem um carinho

Mas o crossover tem altos e baixos, com momentos realmente bons e outros nem tanto. Destacam-se cenas como a batalha entre os dois Superman Tyler Hoechlin e Brandon Routh, o diálogo entre a Lois de Elizabeth Tulloch e o Superman de Brandon Routh e, claro, as mortes e o desfecho extremamente emocionante.

No fim, assim como Ultimato, Crise nas Infinitas Terras marca o encerramento de uma era. Mesmo que, diferente de sua contraparte da Marvel, não tenha a coragem de matar alguns personagens que morrem na HQ original, ainda assim, com um orçamento e uma escala menores, a série fez história com o que era possível.

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Marina Bueno
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