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Crítica: ‘Mulher-Gato’ (2004) 🤢 🐈‍⬛

O filme em questão é uma aberração cinemática que desafia a lógica e a razão. A performance de Halle Berry é um papelão épico que supera a incompreensibilidade da decisão da Warner Bros. em produzir um filme tão desvinculado do...

Sumário

O filme em questão é uma aberração cinemática que desafia a lógica e a razão. A performance de Halle Berry é um papelão épico que supera a incompreensibilidade da decisão da Warner Bros. em produzir um filme tão desvinculado do cânone Batman. A transformação da Patience em Mulher-Gato é um dualismo maniqueísta simplório que beira o ridículo.

É incompreensível que Halle Berry tenha aprovado um roteiro tão rudimentar e concordado em personificar a personagem de maneira tão exibicionista. O diretor Pitof perpetra uma aberração cinemática que resulta em um desastre estético-narrativo devido à sua inaptidão em orquestrar uma dinâmica coerente para as sequências de ação.

A edição ultra-fragmentada e o uso excessivo de CGI criam uma experiência perceptual caótica e confusa. O resultado é uma sucessão de borrões visuais que se desenrolam perante o espectador como um Teste de Rorschach em movimento.

O filme só ganha pelo poder do deboche e dos risos involuntários. Seu lugar é na lata de lixo da história do cinema, onde será enterrado pelo nojo do público que assistiu essa porcaria de 114 minutos.

Nem sei como classificar, pois é um anti-filme.

Nota: 0,5/10 💩 🤮

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Don
Sobre o autor Don

Crítico, Nerd, Gamer que sabe que a verdade está lá fora. Viciado em séries, cinema e cultura pop em geral. Diretor de dois curtas metragens mas que hoje prefere atuar nos bastidores. Sonha em um dia visitar Hogwarts e o Condado e deseja que a força esteja sempre com você.

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