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Crítica: Baby (2024)

Uma força nacional da periferia Durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, tivemos a oportunidade de assistir a Baby, o novo filme de Marcelo Caetano, exibido em Cannes. Mas será que ele é realmente bom? Vamos descobrir. Sinopse:...

Sumário

Uma força nacional da periferia

Durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, tivemos a oportunidade de assistir a Baby, o novo filme de Marcelo Caetano, exibido em Cannes. Mas será que ele é realmente bom? Vamos descobrir.

Sinopse: Wellington sai de um centro de detenção juvenil e se vê sem rumo nas ruas de São Paulo, sem contato com os pais e sem recursos para reconstruir sua vida. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo, um homem mais velho, que lhe ensina novas formas de sobrevivência.

Marcelo Caetano traz uma direção crua e realista, conduzindo de maneira precisa o que quer mostrar – principalmente a realidade marginalizada de São Paulo. A direção e o roteiro do filme criam uma atmosfera sensual e envolvente, que, através dos diálogos e das atuações, exploram temas de aceitação e sobrevivência.

Ricardo Teodoro entrega uma atuação impecável, influente e cativante, com uma força impressionante. Bruna Linzmeyer, como coadjuvante, também brilha, mostrando uma presença marcante em cada cena, principalmente na relação entre os dois.

No final, Baby apresenta uma história poderosa, envolvente e de sobrevivência ambientada em São Paulo, principalmente para a comunidade queer que é tão afetada, e é um dos melhores filmes nacionais dos últimos anos.

Nota; 8.5/10

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Marina Bueno
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